Qual do grão que vier atitude latitude de olhos vendados e profundos dentro de si Será possível uma esfera de longitudinais absolutas e desconcertantes falas inseperadas discursos afáveis derrubar o muro da memória FLuxo luxo lixo lanche das tardes onde não há comida para barriga nem para o sonho sonhar Ela disse em cores ver em cores ver sentir lambendo o asfalto pintado de pó de serra pleonasmos eufemismos afeminados lado homem lado mulher as partes o yin yang Será que ele sabe? Será mesmo disse que não é querer verdadeiramente dizer não e esquecer Eu não quero atravessar a rua assim nua ainda de vida antíteses vibram nas cordas vocais ressonâncias caóticas respiram delineando os gritos e sussurros presos nos pulmões Um dia um dia por vez inexatidões desritma teu cérebro cerebelo teus cabelos assim caídos para o lado tua cabeça que pende Para onde iremos Irei Eu
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