Queria sapatos amarelos
Aquela saia que nunca achei no meu número
Queria ter um botão de volume no coração
para balancear sentimentos, principalmente os mais graves
Não quero pintar as unhas
Quero ter força para voltar a escrever
Nunca mais.
Nunca mais.
Se eu não fosse quem sou tudo seria diferente.
No entanto, doí tanto para conseguir ser quem sou agora
Não, novamente não vou me dobrar, não vou ceder, não posso.
Sentimentos em bits, ressignifico o caminho.
"Segundo a lenda um parabatai nunca abandona o outro.
Só a morte. A morte não volta."
Drummond dizia que o amor é para maduros...
Senhora, só mais uns dias e eu me recupero, é que tenho
o coração muito frágil desde cedo e a fraqueza não se conteve no
coração ramificou para os ossos, os músculos, os neurônios,
consumiu todas as minhas palavras feito um câncer.
Eu me refaço, me regenero, leva tempo, compreenda nasci mutante.
Custo a aprender, mas quando acontece estrelas nascem
no céu como fogos de artifício à celebrar os mínimos avanços, o piscar dos olhos,
os cabelos que crescem, o sorriso que volta...
Celebrações me lembram que sinto falta de dançar,
como sinto falta de sonhar, de respirar com palavra brisa,
palavra oxigênio, criação novidade
Sapatos amarelos, girassóis, para chorar dando rodopios.
Choro dança, desabafo, recriação. Esquecimento.
Aquela saia que nunca achei no meu número
Queria ter um botão de volume no coração
para balancear sentimentos, principalmente os mais graves
Não quero pintar as unhas
Quero ter força para voltar a escrever
Nunca mais.
Nunca mais.
Se eu não fosse quem sou tudo seria diferente.
No entanto, doí tanto para conseguir ser quem sou agora
Não, novamente não vou me dobrar, não vou ceder, não posso.
Sentimentos em bits, ressignifico o caminho.
"Segundo a lenda um parabatai nunca abandona o outro.
Só a morte. A morte não volta."
Drummond dizia que o amor é para maduros...
Senhora, só mais uns dias e eu me recupero, é que tenho
o coração muito frágil desde cedo e a fraqueza não se conteve no
coração ramificou para os ossos, os músculos, os neurônios,
consumiu todas as minhas palavras feito um câncer.
Eu me refaço, me regenero, leva tempo, compreenda nasci mutante.
Custo a aprender, mas quando acontece estrelas nascem
no céu como fogos de artifício à celebrar os mínimos avanços, o piscar dos olhos,
os cabelos que crescem, o sorriso que volta...
Celebrações me lembram que sinto falta de dançar,
como sinto falta de sonhar, de respirar com palavra brisa,
palavra oxigênio, criação novidade
Sapatos amarelos, girassóis, para chorar dando rodopios.
Choro dança, desabafo, recriação. Esquecimento.

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