De quem é a história?
A história é sobre aqueles que se amou?
Dela ou dele?
Contos sobre o abandono e a indiferença?
De como se aprendeu a compreender o que não é dito?
A conviver com a brutalidade, o horror...
Da guerra travada no interior de si?
Na realidade crua e desumana se desenhando a cada novo dia do lado de fora?
Como traçar uma rotina, como acordar todas as manhãs...
Preciso é dormir e acordar, seja a hora que for.
Descobriria que o importante é fazer, e não o momento?
Contudo, há momentos em que determinada atividade toma
formas e significados especiais?
Pediria todas as correspondências solitárias para compor ou recompor a história?
Os emails que só iam. Nunca viam. Via de mão única?
Não seria uma história sobre ele, ou como ela descobriu a compreendê-lo, ainda
que ele não dissesse palavra ou fosse o mais distante e agisse como se desejasse
a ruptura total e o absoluto esquecimento e apagamento dele na vida dela, principalmente.
Estava engasgada com as lágrimas e com as palavras. Engasgada com as pessoas.
Aprenderia, enfim, a viver com a sua singularidade, respeitando suas tormentas,
seu ser indecifrável, suas reticências... Seus sabores múltiplos e aquela solidão?
A história era e é sobre como existir... Agora, de novo e de novo, amanhã e depois já é pensar demais.
A história é sobre aqueles que se amou?
Dela ou dele?
Contos sobre o abandono e a indiferença?
De como se aprendeu a compreender o que não é dito?
A conviver com a brutalidade, o horror...
Da guerra travada no interior de si?
Na realidade crua e desumana se desenhando a cada novo dia do lado de fora?
Como traçar uma rotina, como acordar todas as manhãs...
Preciso é dormir e acordar, seja a hora que for.
Descobriria que o importante é fazer, e não o momento?
Contudo, há momentos em que determinada atividade toma
formas e significados especiais?
Pediria todas as correspondências solitárias para compor ou recompor a história?
Os emails que só iam. Nunca viam. Via de mão única?
Não seria uma história sobre ele, ou como ela descobriu a compreendê-lo, ainda
que ele não dissesse palavra ou fosse o mais distante e agisse como se desejasse
a ruptura total e o absoluto esquecimento e apagamento dele na vida dela, principalmente.
Estava engasgada com as lágrimas e com as palavras. Engasgada com as pessoas.
Aprenderia, enfim, a viver com a sua singularidade, respeitando suas tormentas,
seu ser indecifrável, suas reticências... Seus sabores múltiplos e aquela solidão?
A história era e é sobre como existir... Agora, de novo e de novo, amanhã e depois já é pensar demais.

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