Antes de dormir eu sonho acordado. O efeito do gás do sono me faz uma pessoa diferente. Alguma barreira é rompida e eu sussurro loucuras antes de adormecer.
A morte anda ao meu lado. Íntima de mim, assim como a vida.
Sou metade maldição, metade bênção, e a outra metade mistério.
Quando todo esse cenário mudar, eu ainda serei o mesmo. Eternamente eu mesmo dentro de mim. Silenciosamente reconhecerei as imensidões que nascem dos encontros e desencontros.
Sendo poeira do Universo, milhões de moléculas evoluindo, se expandindo, em constante movimento, debalde, meu corpo se precipita entre ruas, carros, e pessoas que entrevejo através de suas roupas e máscaras.
Se eu pudesse segurar uma mão... Sou um espírito viajante. Estou em todos os tempos, embora algum acordo secreto me permita a lembrança apenas do agora que sinto.
Quem, nesse mundo de pedra e mármore acredita?
A vaidade engoliu os seus corações. Consciências obscurecidas. E correm desenfreadamente para a perdição de si mesmos. E no meio do caos deste mundo, de quando em vez é possível escutar corações que batem de verdade, lágrimas quentes que caem por terem ultrapassado a fronteira.
Um dia eu ouvi que somos espelhos um do outro. Talvez deva ser por isso, ou por acreditar nisso que pouco se enxerga do outro e muito se vê de si mesmo num certo sentido, e noutro, pouco vê de si e muito enxerga no outro. A circunstância e a razão é que faz tudo mudar.
Dormir não é fácil. Mas quando o sono vem, eu posso ter a ilusão de quê nada me assombrará e eu me lembrarei. E seguirei adiante.
A morte anda ao meu lado. Íntima de mim, assim como a vida.
Sou metade maldição, metade bênção, e a outra metade mistério.
Quando todo esse cenário mudar, eu ainda serei o mesmo. Eternamente eu mesmo dentro de mim. Silenciosamente reconhecerei as imensidões que nascem dos encontros e desencontros.
Sendo poeira do Universo, milhões de moléculas evoluindo, se expandindo, em constante movimento, debalde, meu corpo se precipita entre ruas, carros, e pessoas que entrevejo através de suas roupas e máscaras.
Se eu pudesse segurar uma mão... Sou um espírito viajante. Estou em todos os tempos, embora algum acordo secreto me permita a lembrança apenas do agora que sinto.
Quem, nesse mundo de pedra e mármore acredita?
A vaidade engoliu os seus corações. Consciências obscurecidas. E correm desenfreadamente para a perdição de si mesmos. E no meio do caos deste mundo, de quando em vez é possível escutar corações que batem de verdade, lágrimas quentes que caem por terem ultrapassado a fronteira.
Um dia eu ouvi que somos espelhos um do outro. Talvez deva ser por isso, ou por acreditar nisso que pouco se enxerga do outro e muito se vê de si mesmo num certo sentido, e noutro, pouco vê de si e muito enxerga no outro. A circunstância e a razão é que faz tudo mudar.
Dormir não é fácil. Mas quando o sono vem, eu posso ter a ilusão de quê nada me assombrará e eu me lembrarei. E seguirei adiante.
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