Olhos nos outros olhos e disse: Se me ama, faça alguma coisa por mim...!
Saiu andando pelas ruas, sem rumo, atravessando o trânsito sem reparar nas horas e sinais, parou em frente ao mar, reverenciou a natureza. Ajoelhou na areia e soltou o grito medonho, preso há muito dentro de si.
O mar se compadeceu de suas lágrimas e lavava o seu rosto, a fim de que não doesse tanto chorar, a fim de que percebesse que esse era o momento de fazer algo por si mesma.
Sua aura, sua alma, seu ser eternamente agora.

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