Engasgou com a realidade que de repente jogou-se em cima da sua mesa,
seus livros, seu caminho semi novo.
Não conseguiu terminar de comer a comida nova, tempero de experimentação.
Tinha mesmo era vontade de não mais provar de certos pratos, vomitar tudo que tivesse sabor.
Aperta, torce... até a tua ultima gota de passado dolorido cair mansa nessa terra seca.
Não te diminua pela tua dor. Engrandece-te. Expande.
Deixa ela saber que você tem crescido, que as lentes que te colocaram nos olhos
te serviram para enxergar melhor as pessoas, as ruas, e as nuanças que o olhar quer esconder.
O meu abismo é sempre aqui.
Caí num caleidoscópio, de pé na rua cinza. E as duas realidades me apertam ao meio, me contorcem por dentro.
Nada é por fora. Nada ninguém vê.
Solidão cheia de cores.
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