segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Quem é que sabe exatamente o seu limite?
Há certas coisas que eu não desperto em mim
porque sei que seriam devastadoras.
As vezes fazer o mal se consegue de forma
mais sublime e perfeita do que fazer
o que é certo, certo para preservar
os outros e seus sentimentos e vidas.
E eu escolho todos os dias o meu pensamento,
e a partir dele, eu vivo o dia.
Será que todo mundo vive numa dicotomia?
Várias caras a depender da situação?
Quando será sincero consigo mesmo?
Nada se sabe. Ainda...
Não subestime o que não conhece completamente.
Nunca subestime nada.


"Pobre daquele que não pode se dar a um prazer
sem pedir antes a permissão dos outros."

O lobo da estepe, Hermann Hesse.



O meu íntimo precisa de solidão

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