sexta-feira, 13 de abril de 2007

Andando devagarinho no mundo do sonho, no universo do possível,
do descanso na hora desejada, no tempo de sempre, nas tardes de férias,
na sempre vontade de continuar. Quem não tem um lugar, esta
sempre procurando um significado. Com nada no lugar, sem nada nas mãos,
arriscando o invisível num mundo de seres e substâncias palpáveis, vou
devassando as realidades existentes sem a minha permissão, meu consentimento
sem uma única ação minha, com qualquer coisa independente da minha vontade,
minha reflexão, meu sono, minha dor, meu quê dinamitado, pronto para explodir.

Eu quero uma bússola mágica!





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