Não.
Eu não vou escrever o esperado
Não sou aquela que se pensa Que é desenhada determinada
Não sou o que meu rosto mostra minha atmosfera provoca
O que ele quer O que eu quero
Me diga palavras silenciosas e devagar
bem perto do meu ouvido fazendo meus pelos arrepiarem
meu corpo crispando e suspirando somente com o som da tua voz mansa e macia
Eu paro reparo nesse teu olhar que me desampara desarma me cala
e deixa o mundo inteiro à mercê da tua existência
Deixa meu corpo te contar sobre o meu desejo
Tua barba viajando pelas minhas costas
Minha boca delineando as linhas dos horizontes do teu sexo
Teu corpo se fazendo mapa-múndi
Ver as constelações brilhando no teu olho verde água oceano onde
eu mergulhei sem querer voltar
Adormeço nas tuas ondas descanso e me esqueço no teu balanço
Por que você foi embora eu procuro respostas
eu devo ser torta não saber amar falar ser e estar
Sim.
Voltar a mim
Sem definições caminho entre os estreitos do meu interior
Sendo e fazendo para descobrir como posso existir sem
ter o peso que agora me consome por ter partido repartido a
história que me unia ao assunto ou instante comum a nós
Nós? Nós existindo e desfazendo laços imbricados desabilitando desligando distâncias
Esquecer foi o que você escreveu na palma da minha mão
na última vez que te toquei
É que quando meu olhar encontra o teu eu esqueço de tudo o que foi
do que é do que será ou poderia ser
Ponto final na mensagem/momento que não queria terminar.
Eu não vou escrever o esperado
Não sou aquela que se pensa Que é desenhada determinada
Não sou o que meu rosto mostra minha atmosfera provoca
O que ele quer O que eu quero
Me diga palavras silenciosas e devagar
bem perto do meu ouvido fazendo meus pelos arrepiarem
meu corpo crispando e suspirando somente com o som da tua voz mansa e macia
Eu paro reparo nesse teu olhar que me desampara desarma me cala
e deixa o mundo inteiro à mercê da tua existência
Deixa meu corpo te contar sobre o meu desejo
Tua barba viajando pelas minhas costas
Minha boca delineando as linhas dos horizontes do teu sexo
Teu corpo se fazendo mapa-múndi
Ver as constelações brilhando no teu olho verde água oceano onde
eu mergulhei sem querer voltar
Adormeço nas tuas ondas descanso e me esqueço no teu balanço
Por que você foi embora eu procuro respostas
eu devo ser torta não saber amar falar ser e estar
Sim.
Voltar a mim
Sem definições caminho entre os estreitos do meu interior
Sendo e fazendo para descobrir como posso existir sem
ter o peso que agora me consome por ter partido repartido a
história que me unia ao assunto ou instante comum a nós
Nós? Nós existindo e desfazendo laços imbricados desabilitando desligando distâncias
Esquecer foi o que você escreveu na palma da minha mão
na última vez que te toquei
É que quando meu olhar encontra o teu eu esqueço de tudo o que foi
do que é do que será ou poderia ser
Ponto final na mensagem/momento que não queria terminar.
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