“Quando as cidades são vistas como paradigmas cósmicos ou
centros de civilidade e liberdade, viver longe delas — nos subúrbios
— é estar fora dos limites, é estar em uma zona intermediária onde
os homens não podem alcançar a sua plena humanidade. Por outro
lado, quando as cidades são descritas como abominações, ‘antros
de iniqüidade’, os subúrbios adquirem um brilho romântico, quando
não sagrado”.
Yi-Fu Tuan
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