Talvez a sinceridade não seja assim tão estimada , talvez seja até pecado, nesses infinitos jogos humanos do subentendido, das insinuações. Ser sincero é não saber jogar, é perder a graça, a dificuldade, não ser um jogador ou uma presa instigante.
E o meu pecado me persegue. Não sabendo jogar com sentimentos nem com a vida, estou fora do ritmo, vibrando em outra freqüência, indefinidamente e incessantimente sendo substituída.
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