Mas do que é feito a substância da novidade?
Eu quero achar um trevinho para a minha sorte mudar.
Faço planos, mas nem sei se o amanhã vai acontecer.
E o sol essa manhã veio bater na porta do meu sonho,
do meu castelo esquecido, será que eu ainda consigo abrir a porta?
Não sei falar alemão, minha avó já não faz aquele bolo,
a infância brinca no espelho onde reflete essa imagem esquisita
da minha realidade. Perdi o medo do escuro, abro os olhos no meio da noite,
vejo a lua iluminando e mudando o mundo que eu vejo da janela.
Eu disse que tudo estaria acabado, que ficaria distante, mas eu me atrapalho com as palavras
e seus infinitos significados, mas eu nem quis dizer isso. É uma grande pena..., grande pena.
Eu deveria dormir menos e carregar vaga-lumes na mão fechada, como um segredo,
e borboletas no céu da boca. Eu sinto saudade, mas eu já vou.
Mas eu sempre te espero, me esqueço, me parto, me diverso, me, mim, mimesmo.
Colore a minha vida com as cores do teu peito! Toda cor é vida, toda vida é um presente,
e cada palavra tua é ritmada e me eleva quando a dor, dormência, dói.
Tum Tum, meu coração vai parar