E ela sabia de suas verdadeiras necessidades?
Sabia realmente o que queria, o que lhe faria feliz em horas
pequenas?
O que lhe traria a satisfação e a calma que a sua
alma buscara todos os momentos em que sonhava uma vida
para si?
A construção de sua identidade era
um processo com começo sem fim,
cheio de etapas e atalhos,
de acertos e desconcertos.
Queria apenas não sucumbir ao medo e ao tédio,
acreditar que poderia fazer a sua vida de coisas que sempre
quis para si, de sonhos antigos e sabores novos,
sem querer ou precisar reter nada.
Não queria ter nada nas mãos,
desfazer-se da obrigação de ter controle
sobre as situações, sentimentos e pessoas.
Talvez esse seja o seu segredo para não morrer.
Não morrer de todas as mortes possíveis.
Ia descobrindo as coisas que não queria,
para, assim, aprender o que
lhe fazia bem e regava e adubava
sua realidade de flor de primavera fresca.
Sabia realmente o que queria, o que lhe faria feliz em horas
pequenas?
O que lhe traria a satisfação e a calma que a sua
alma buscara todos os momentos em que sonhava uma vida
para si?
A construção de sua identidade era
um processo com começo sem fim,
cheio de etapas e atalhos,
de acertos e desconcertos.
Queria apenas não sucumbir ao medo e ao tédio,
acreditar que poderia fazer a sua vida de coisas que sempre
quis para si, de sonhos antigos e sabores novos,
sem querer ou precisar reter nada.
Não queria ter nada nas mãos,
desfazer-se da obrigação de ter controle
sobre as situações, sentimentos e pessoas.
Talvez esse seja o seu segredo para não morrer.
Não morrer de todas as mortes possíveis.
Ia descobrindo as coisas que não queria,
para, assim, aprender o que
lhe fazia bem e regava e adubava
sua realidade de flor de primavera fresca.
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